Publicado por: Nuno Pereira de Sousa | 2 Janeiro, 2009

acto primeiro

underground

Undergound

Ontem, dia 1,  foi um dia sui generis, pois passei-o a maior parte do tempo com a minha filha de 13 meses. É sempre bom brincarmos juntos mas os cuidados ocupam uma grande percentagem do dia. Foram 24 horas horas nem carne nem peixe, pois um dia destes quer-se para o ócio, desfrutando cada momento. O dia começou cedo – o que se revelou bastante bom, pois mesmo assim pouco rendeu -, o que me fez estar acordado quando um vizinho fez soar a campainha por se ter esquecido das chaves da porta da entrada para o prédio. O meu filho chegou muito mais tarde, era já fim de tarde, dado ter ido passar o réveillon em Lisboa. Imagino o que fará para o ano, chegado à idade bastante mais madura dos… 3 anos!

Pouco avancei num dos livros que Peter David escreveu para a série Star Trek The Next Generation (ST: TNG) . Ando a ler Vendetta. A sua leitura relaciona-se com uma demanda pessoal, a de ler a colecção completa Star Trek New Frontier – da sua autoria – e os livros que directa ou indirectamente se relacionam com aquela. Este tem uma relação indirecta, uma vez que David escreveu-o bastantes anos de dar início a essa série, mas utilizou personagens secundárias da série televisiva ST:TNG, as quais se tornariam centrais nos livros New Frontier. Estou a gostar e era bom ter lido um pouco mais do que consegui…

A nível de música correu melhor. Tive a oportunidade de ouvir 3 excelentes CD e um outro bonzinho. Goran Bregovic -é o nome por trás da banda sonora Music Inspired and Taken from “Underground” . Já data de 1995 e continua a ser um prazer ouvi-la. O filme de Kusturica é também soberbo e fiquei com vontade do rever.

As outras duas obras eram clássicas. Uma edição espanhola intitulada Venecia, Vivaldi y las sonatas op. 1, onde o fantástico Enrico Gatti, acompanhado da Ensemble Aurora, interpretam num CD duplo a  Suonate da cámera a tre, due violini e violone o cembalo (1705)  de Antonio Vivaldi. Os CD são acompanhados por um livro de capa dura, onde é abordado o autor, a obra e a Veneza daquela época. Um vero regalo.

Divinal é também a interpretação da Messe en ut mineur “Grande Messe” KV 427 de Mozart, com interpretações de, entre outros, do coro Accentus e de La Chambre Philharmonique com Emmanuel Krivine.

Mais desequilibrado foi o álbum Overpowered de Róisín Murphy. Confesso que fiquei algo desapontado com a electrónica indie da autora, pois se alguns temas eram soberbos, um ou outro soavam a um déjà vu sem apelo à nostalgia.

Tinha planeado ver uns filmes, mas nada se concretizou no campo da 7ª arte.

Quanto à Xbox 360, experimentei algumas demos. Não apaguei nenhuma, o que é bom sinal, mas nenhuma me convenceu. Ficarei a matutar e a insistir nas experiências, antes das aqui a abordar. Tentei também aumentar uns pontitos no gamerscore do jogo gratuito e pouco interessante Doritos Dash of Destruction, desenvolvido pela NinjaBee e editado pela Microsoft, mas sem resultados. Parece que não consigo chegar ao 5º nível do T-Rex a devorar camiões de Doritos. E confesso que a vontade também não é muita…

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