Publicado por: Nuno Pereira de Sousa | 25 Janeiro, 2009

colorindo sonhos

Beowulf

Beowulf

Um dos temas que está em atraso neste blog são os CD ouvidos no período ontem baptizado como blackout. Dado o seu grande volume, serão divididos por várias entradas. Hoje a entrada será dedicada às reaudições.

A edição exclusiva da Fnac de 12.04.08 Coliseu Dreams in Colour Live de David Fonseca é composta por um CD audio com 14 temas e a bonus track «Orange Tree», um DVD com 15 temas e vários extras (4 temas gravados no Festival Sudoeste 2008, 8 videoclips e webisodes), 2 pins, 1 estojo com 6 lápis de cor e 1 poster, além da habitual brochura. Até ao momento, a única coisa de que desfrutei foi da audição do CD, com um excelente registo ao vivo, além da nova música de Fonseca.

Sobre o Señor Coconut (um dos alter egos do alemão Uwe Schmidt), tenho uma história para contar. Há cerca de uma década, numa loja de CD, em Berlim, enquanto procurava uns álbuns, pedi à minha esposa que perguntasse aos empregados se tinham um certo CD do Señor Coconut. Segundo contou depois, o empregado riu-se quando ela se referiu ao alter ego como Mister Coconut. Achou que eu é que estava a brincar com o nome do artista e rebaptizou-o de Mister quando o questionou sobre a disponibilidade do álbum 😉 Com este pequeno fait divers, facilmente se compreende que acompanho o trabalho de Schmidt há já algum tempo, incluindo as incursões do senhor côco. Talvez por isso mesmo Around the World soe a algo pouco inovador. Mais electrónica indie e pop latino com versões de canções de grupos como Eurythmics, Trio, Yello, Telex, Laid Back ou Daft Punk.

Quanto a Sigur Rós, o seu último álbum é o que tem o nome mais difícil de escrever – pelo menos, no que me diz respeito. Para os que não dominam o islandês, presumo que também tenham de escrever Med Sud i Eyrum Vid Spilum Endalaust com algum cuidado. Com um zumbido nos nossos ouvidos  nós tocamos eternamente seria muito mais fácil… Mas nem nos podemos queixar muito pois este álbum é o primeiro a ter uma canção em língua inglesa. Um bom álbum de dream pop e pós-rock/experimental, que se aproxima mais da pop que os álbuns anteriores.

Entretanto, ontem tive oportunidade de ver dois filmes. Tinha curiosidade em ver Beowulf de Robert Zemeckis, dado ter sido filmado em live action com tecnologia de captura de movimentos em que as personagens digitais foto-realísticas simulam, tanto quanto é possível, uma captura de imagens life action. Primeiro estranha-se, depois entranha-se. Um bom momento de entretenimento, em que é adaptado o poema épico anglo-saxão homónimo, apesar de existirem algumas diferenças importantes em relação àquele.

Pela boca morre o peixe. Ontem fiz uma referência a comédias românticas cinematográficas e hoje cá estou a recomendar uma. Molière de Laurent Tirard baseia-se no início da vida adulta do famoso escritor francês, sendo o seu argumento na sua quase totalidade fictício, com alguns diálogos recolhidos de algumas das suas obras posteriores. Um bom momento de diversão!

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