Publicado por: Nuno Pereira de Sousa | 25 Maio, 2009

apenas a 7ª arte de ontem

Mimzy - A Chave do Futuro

Mimzy - A Chave do Futuro

Estou cansado! Não sei se é do excesso de trabalho que teima em se desdobrar nas mais variadas tarefas, sem permitir qualquer tipo de desncanso. Não sei se é das brincadeiras com os miúdos, cada vez mais exigentes na actividade física. Não sei se é a saturação de profissionalmente ser frequente os demais não corresponderem às expectativas que já nem deposito 🙂 Ou o conjunto de tudo… Ou nada disso 🙂 Talvez seja o conhecimento de que ainda falta mais de 1 mês para as merecidas férias 🙂 Seja como for, hoje estou fisicamente exausto. Assim sendo, deixarei as apreciações musicais e da banda desenhada para serem relatadas noutro dia e apenas abordarei a 7ª arte.

Nunca li o conto de ficção científica Mimsy Were the Borogoves de Lewis Padgett, pseudónimo do casal Henry Kuttner e C. L. Moore, publicado em 1943. O filme Mimzy – A Chave do Futuro (The Last Mimzy) de Robert Shaye baseia-se parcialmente nesse conto. Noha e a sua pequena irmã Emma vão ajudar um coelho de peluche chamado Mimzy que vem do futuro e tem por missão salvar o mundo dos males que o ameaçam. O argumento apresenta diversos problemas, ficando o filme bastante aquém do potencial que uma história com estes ingredientes pode ter, transformando-o num filme familiar um pouco insípido. O que é pena!

Ong Bak – O Guerreiro do tailandês Prachya Pinkaew foi, pelo contrário, uma surpresa. A sinopse faz prever uma banalidade – na Tailândia, a estátua do Buda Ong-Bak aparece vandalizada. Um homem treinado em artes marciais parte para Banguecoque em perseguição do culpado. Parece terrível, correcto? 🙂 No entanto, apesar do argumento não ser uma obra-prima, a realização e fotografia são de louvar, bem como os efeitos especiais e a coreografia das artes marciais – da autoria de Panna Rittikrai -, a qual foi em grande parte a responsável por Tony Jaa ter reconhecido a fama internacional com este filme e sido considerado a nova revelação como grande actor de artes marciais. Este reconhecimento, catapultou inclusivamente Jaa para a realização, sendo o realizador da sequela deste filme e havendo rumores de que um terceiro se seguirá. Aprecie-se ou não filmes de artes marciais, este é um bom exemplo de um filme de acção, com o aditivo exótico da língua e cultura tailandesa espelhada.

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